Seminários
27/05/09 13:16
Plano Diretor Estratégico de São Paulo
Para conhecimento e divulgação:
Documento do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, aprovado ontem (27 de maio), por unanimidade, no Seminário Planos Diretores Estratégicos - O caso de São Paulo, que contou com a participação da arquiteta Lucila Lacreta - Movimento Defenda São Paulo.
Ros Mari Zenha (IPT) e Fernando Gomes (Sabesp)
Comitê Cidade Sustentável/Conselho Tecnológico do SEESP (coordenação)
José Roberto Cardoso (vice-diretor da Poli e coordenador do Comitê Gestor do Conselho Tecnológico do SEESP)
Contribuição do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo à discussão do Projeto de Lei de Revisão do Plano Diretor Estratégico de São Paulo (PDE) enviado pelo Executivo à Câmara Municipal
O Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo, por iniciativa de seu Conselho Tecnológico/Comitê Cidade Sustentável, pergunta:
'' EM QUE CIDADE QUEREMOS VIVER E QUE LEGAREMOS ÀS GERAÇÕES FUTURAS?"
O momento atual exige uma profunda mudança em nosso modo de ver o mundo.
Ambiente urbano, no qual habitam hoje 82% da população brasileira, é ambiente construído em constante mutação.
A CIDADE SUSTENTÁVEL, boa para se viver, com habitação de qualidade depende de investimentosna manutenção e expansão da infraestrutura existente que garantam mobilidade, saneamento ambiental e serviços urbanos (educação, saúde, lazer, cultura, convivência e segurança) adequados e acessíveis.
A idéia de sustentabilidade e de um cerscimento inteligente da cidade, reservando ao mesmo tempo, o meio ambiente e as pessoas, tem tomado corpo na sociedade paulistana, porém sem a devida tradução prática por parte do Estado.
Para alcançar esta UTOPIA, é fundamental mobilizar e ouvir a voz da inteligência metropolitana organizada, a voz da SOCIEDADE CIVIL.
É O QUE ESTAMOS FAZENDO ESTA NOITE!
Os engenheiros de São Paulo participam ativamente de várias instâncias em associações, comitês, conselhos, organização de moradores, trabalhando em empresas públicas e autarquias municipais e estaduais sempre prontos a contribuir com os Poderes Legislativos e Executivos.
Estamos mobilizando a nossa categoria para acompanhar e influir tanto no processo de formulação dos Planos quanto na fiscalização das ações do Executivo.
A revisão do PDE tem sido apresentada à sociedade de uma forma simplificada, resumindo-se à discussão do Uso e Ocupação do Solo.
Desta maneira, os interesses atrelados à especulação imobiliária mobilizam-se extraordinariamente atropelando a formulação, apresentação e discussão dos planos para a infraestrutura urbana futura que garantam a mobilidade,salubridade e qualidade de vida desta e das futuras gerações.
No momento é crucial uma mudança de postura do Executivo Municipal, retirando do Legislativo o Projeto de Lei de Revisão do PDE para refazer as concepções e procedimentos de sua revisão.
Para cada alteração proposta do PDE é preciso estabelecer metas e garantir recursos para intervenções na infraestrutura urbana de circulação viária, saneamento ambiental e serviços urbanos essenciais que considerem:
• A matriz de transporte de São Paulo e Região Metropolitana;
• A regulação do mercado imobiliário;
• As características físicas do território urbano;
• As características culturais, históricas e arquitetônicas da cidade;
E, por último, alterar o modo de conceber e planejar a metrópole
• Definindo indicadores para acompanhamento e avaliação das ações estratégicas definidas no PDE; e
• Garantindo a discussão ampla, pública e sistemática das alterações propostas no PDE.
Esta é nossa contribuição!
SEESP - maio de 2009
Para conhecimento e divulgação:
Documento do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, aprovado ontem (27 de maio), por unanimidade, no Seminário Planos Diretores Estratégicos - O caso de São Paulo, que contou com a participação da arquiteta Lucila Lacreta - Movimento Defenda São Paulo.
Ros Mari Zenha (IPT) e Fernando Gomes (Sabesp)
Comitê Cidade Sustentável/Conselho Tecnológico do SEESP (coordenação)
José Roberto Cardoso (vice-diretor da Poli e coordenador do Comitê Gestor do Conselho Tecnológico do SEESP)
Contribuição do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo à discussão do Projeto de Lei de Revisão do Plano Diretor Estratégico de São Paulo (PDE) enviado pelo Executivo à Câmara Municipal
O Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo, por iniciativa de seu Conselho Tecnológico/Comitê Cidade Sustentável, pergunta:
'' EM QUE CIDADE QUEREMOS VIVER E QUE LEGAREMOS ÀS GERAÇÕES FUTURAS?"
O momento atual exige uma profunda mudança em nosso modo de ver o mundo.
Ambiente urbano, no qual habitam hoje 82% da população brasileira, é ambiente construído em constante mutação.
A CIDADE SUSTENTÁVEL, boa para se viver, com habitação de qualidade depende de investimentosna manutenção e expansão da infraestrutura existente que garantam mobilidade, saneamento ambiental e serviços urbanos (educação, saúde, lazer, cultura, convivência e segurança) adequados e acessíveis.
A idéia de sustentabilidade e de um cerscimento inteligente da cidade, reservando ao mesmo tempo, o meio ambiente e as pessoas, tem tomado corpo na sociedade paulistana, porém sem a devida tradução prática por parte do Estado.
Para alcançar esta UTOPIA, é fundamental mobilizar e ouvir a voz da inteligência metropolitana organizada, a voz da SOCIEDADE CIVIL.
É O QUE ESTAMOS FAZENDO ESTA NOITE!
Os engenheiros de São Paulo participam ativamente de várias instâncias em associações, comitês, conselhos, organização de moradores, trabalhando em empresas públicas e autarquias municipais e estaduais sempre prontos a contribuir com os Poderes Legislativos e Executivos.
Estamos mobilizando a nossa categoria para acompanhar e influir tanto no processo de formulação dos Planos quanto na fiscalização das ações do Executivo.
A revisão do PDE tem sido apresentada à sociedade de uma forma simplificada, resumindo-se à discussão do Uso e Ocupação do Solo.
Desta maneira, os interesses atrelados à especulação imobiliária mobilizam-se extraordinariamente atropelando a formulação, apresentação e discussão dos planos para a infraestrutura urbana futura que garantam a mobilidade,salubridade e qualidade de vida desta e das futuras gerações.
No momento é crucial uma mudança de postura do Executivo Municipal, retirando do Legislativo o Projeto de Lei de Revisão do PDE para refazer as concepções e procedimentos de sua revisão.
Para cada alteração proposta do PDE é preciso estabelecer metas e garantir recursos para intervenções na infraestrutura urbana de circulação viária, saneamento ambiental e serviços urbanos essenciais que considerem:
• A matriz de transporte de São Paulo e Região Metropolitana;
• A regulação do mercado imobiliário;
• As características físicas do território urbano;
• As características culturais, históricas e arquitetônicas da cidade;
E, por último, alterar o modo de conceber e planejar a metrópole
• Definindo indicadores para acompanhamento e avaliação das ações estratégicas definidas no PDE; e
• Garantindo a discussão ampla, pública e sistemática das alterações propostas no PDE.
Esta é nossa contribuição!
SEESP - maio de 2009




